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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Feliz Ano Novo / Happy New Year
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Washington em Jurerê
Quem veio passar uns dias em Jurerê Internacional foi o atacante Washington. Todos os dias curtimos a praia em frente a famosa barraca do "Carlinho" (Rei do Abacaxi). Boas vindas ao Coração Valente, atual artilheiro do São Paulo. Uma simpatia em pessoa.
Falando em artilharia, dê uma olhada no número de gols do centro-avante:
Paraná Clube (1999 a 2000) = 20 jogos e 10 gols
Ponte Preta (2000 a 2002) = 50 jogos e 34 gols
Fenerbahçe (2002 a 2003) = 12 jogos e 9 gols
Fenerbahçe (2002 a 2003) = 12 jogos e 9 gols
Atlético Paranaense (2003 a 2004) = 38 jogos e 34 gols
Tokyo Verdy (2005 a 2006) = 33 jogos e 22 gols
Urawa Red Diamonds (2006 a 2007) = 52 jogos e 42 golsFluminense (2008) = 28 jogos e 21 gols
São Paulo (2009) = 56 jogos e 32 gols
Como dizia o Gerson: "é mole, ou que mais". Bem que ele poderia vir ajudar o Figueira!
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
Visita a exposição de Sandra Ramalho


Estive ontem na abertura da exposição pedagógica "Natureza-Viva" (curadoria Sandra Ramalho, Sandra Nunes e Karin Orofino). A proposta é interessantíssima. Localizada no espaço estético do Colégio Aplicação (UFSC), abre a possibilidade para professores e alunos interagirem com as obras. As crianças adoraram. Eu também!
Fiquei muito feliz com a conversa que tive com a Dra. Sandra e com alguns convidados que chegaram cedo ao evento. Ela contou lembrar com muito carinho de dois fatos que marcaram minha iniciação na academia. O primeiro deles aconteceu em 2006, na minha banca de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), da qual a professora participou. Após a minha apresentação, durante as considerações sobre o meu trabalho, ela me incentivou a seguir para o mestrado dizendo: "Tu tens o perfil". Eu acreditei.
O segundo episódio foi em 2007, justamente quando eu estava fazendo o processo seletivo para entrar no Programa de Pós-Graduação em Design (Pós Design) da UFSC. Um dia antes da entrevista (última fase da seleção), num domingo a noite convidei meu irmão para tomar um cafézinho próximo a minha casa, no Open Shopping de Jurerê. Quem eu encontro por lá? A professora Sandra passeando com seu marido. Quando eu a vi tive a certeza de que eu passaria na prova. Naquele momento passou um filme na minha cabeça, com a professora falando: "Tu tens o perfil". E não deu outra. No dia seguinte fiz uma excelente entrevista. Passei entre os primeiros, ganhei bolsa e hoje estou prestes a defender minha dissertação. Assim que eu fui aprovado, mandei um email para a professora Sandra sobre o acontecido. Ela me respondeu relatando que raramente ia ao Open Shopping, que estava um pouco triste naquele dia e resolveu sair para se distrair. Acabou proporcionando um bem que jamais esquecerei!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Toma

contunuação da postagem "Mário Prata".
Eu fui! Chegando a mesa onde estavam Mário Prata e Mirian já fui logo falando: “Cara, estou lendo ‘Sete de Paus’”. Mário estendeu a mão direita, me disse Boa Noite. Apertei a mão dele, disse boa noite também. Miriam sorriu para Mário, como quem diz “pode confiar que ele é um bom garoto”. Nisso Rafa se aproxima, aperta a mão de Mário Prata e diz: “é um prazer conhecer o senhor”. No mesmo momento Prata responde: “Senhor o caralho! Ao lado de uma mulher linda como essa (a Miriam) você vem me chamar de senhor. Tá de sacanagem?”. Todos caem na gargalhada.
Mário olha para mim e diz: “E aí, tá gostando do livro?” Mas quando eu tento responder, o Rafa me atravessa e fala: “Eu já li o livro todo, ele só começou (apontando pra mim). Muito bom!”. Como eu não queria deixar barato na frente do Mário Prata, retruquei: “Na verdade EU comprei o livro, porque EU queria ler. Mas como estou na minha pesquisa de campo da dissertação, meu irmão tomou o livro de mim e leu antes”.
Rafa pergunta: “Mário Prata, se eu for lá em casa buscar uns livros. Tu autografas?”. Mário responde: “Depende. Onde fica a sua casa? É longe?”. Eu falo: “Não, fica aqui pertinho. A quatro quarteirões.” A Miriam diz: “Vai lá Rafa, o Mário espera”.
Rafa vai buscar os livros. A Miriam tinha garantido que o Mário esperaria, mesmo assim eu fiquei de plantão. Na mesa do Mário. Conversando com ele. Para garantir as assinaturas.
A garrafa de vinho estava na metade, os autógrafos estavam garantidos!
Enquanto o Rafa não chegava, falamos de futebol, livros e cinema. Descobri que apesar de escrever livro sobre o Palmeiras, Mário Prata não é palmeirense. Mário Prata acompanha o futebol catarinense. Vai ao campo. Apóia tanto o Figueira quanto o Avaí.
Como bom alvinegro, puxei a sardinha para o Figueirense. O time estava numa má fase, mas já embalou novamente, viu Mário!
O Rafa voltou com os livros. Mário Prata autografa como a frase: “Toma, válido por quatro quarteirões!”
Mário olha para mim e diz: “E aí, tá gostando do livro?” Mas quando eu tento responder, o Rafa me atravessa e fala: “Eu já li o livro todo, ele só começou (apontando pra mim). Muito bom!”. Como eu não queria deixar barato na frente do Mário Prata, retruquei: “Na verdade EU comprei o livro, porque EU queria ler. Mas como estou na minha pesquisa de campo da dissertação, meu irmão tomou o livro de mim e leu antes”.
Rafa pergunta: “Mário Prata, se eu for lá em casa buscar uns livros. Tu autografas?”. Mário responde: “Depende. Onde fica a sua casa? É longe?”. Eu falo: “Não, fica aqui pertinho. A quatro quarteirões.” A Miriam diz: “Vai lá Rafa, o Mário espera”.
Rafa vai buscar os livros. A Miriam tinha garantido que o Mário esperaria, mesmo assim eu fiquei de plantão. Na mesa do Mário. Conversando com ele. Para garantir as assinaturas.
A garrafa de vinho estava na metade, os autógrafos estavam garantidos!
Enquanto o Rafa não chegava, falamos de futebol, livros e cinema. Descobri que apesar de escrever livro sobre o Palmeiras, Mário Prata não é palmeirense. Mário Prata acompanha o futebol catarinense. Vai ao campo. Apóia tanto o Figueira quanto o Avaí.
Como bom alvinegro, puxei a sardinha para o Figueirense. O time estava numa má fase, mas já embalou novamente, viu Mário!
O Rafa voltou com os livros. Mário Prata autografa como a frase: “Toma, válido por quatro quarteirões!”
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