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terça-feira, 13 de julho de 2010

Philippe Starck




Olha eu fazendo graça com o espremedor de limão do Philippe Starck. O produto realmmente é fenomenal.

domingo, 6 de junho de 2010

Sentidos à mesa




Terça-feira, dia 01 de junho, Dra. Sandra Ramalho lançou o livro "Sentidos à mesa: sabores além dos saberes", no Box 32, Mercado Público, Florianópolis-SC. Estudiosa das imagens, Sandra lança agora um livro voltado a análisde de imagens relacionadas à culinária. Foi uma verdadeira festa. O livro já está disponível nas livrarias do Brasil, vale a pena conferir.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

II Colóquio de Semiótica: Diálogos intersemióticos


Nos dias 11 e 12 de novembro de 2010 (quinta e sexta-feira), a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) sedia o II Colóquio de Semiótica - Diálogos intersemióticos.

O evento vai reunir profissionais e estudantes de instituições nacionais e estrangeiras para apresentação de trabalhos concluídos ou em desenvolvimento na área.

Há valores de inscrição promocionais para estudantes de pós-graduação, professores de ensino básico e estudantes universitários. O ingresso para alunos de graduação da UERJ é gratuito.

Serviço: Saiba mais em http://seleprotcoloquiodesemiotica.blogspot.com/

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Moda também é texto



Irmão de “Imagem também se lê”, de Sandra Ramalho e Oliveira, o livro “Moda também é texto”, da mesma autora, consegue esclarecer com clareza dúvidas recorrentes relacionadas a estética e a semiótica. Assuntos freqüentemente considerados pesados e de difícil compreensão tornam-se leves e fáceis de serem compreendidos por meio das palavras de Sandra Ramalho, que mais uma vez desenvolve seu discurso pela articulação de exemplos presentes no cotidiano (como o da marca Givenchy).
Como lançou em “Imagem também se lê”, a autora propõe formas de “leitura” de textos, desta vez para a “leitura” de textos de moda, além da relação do vocabulário de textos de moda. Porque moda também é texto. E as demais explicações relacionadas a essa afirmativa podem ser encontradas nas palavras de Sandra Ramalho e Oliveira, em “Moda também é texto”.
Toda obra que tem um irmão próximo corre o risco de entrar na armadilha da comparação. A tentação é muito grande, não há como não comparar. Mas Sandra soube trabalhar com um livro que ao mesmo tempo em que dialoga com a obra anterior apresenta a característica da continuidade. Traz novidades. Muito se aprende.
Como eu já havia lido “Imagem também se lê” me senti familiarizado com a linguagem (será que posso utilizar essa palavra?) verbal da autora ao ler “Moda também é texto”. Foi como se eu estivesse conversando com ela, ou melhor, como se eu estivesse tendo uma aula (mesmo sem jamais ter assistido sequer uma aula da professora), ou ainda melhor, como se eu estivesse tendo várias “aulinhas” (no diminutivo, de tão agradáveis que elas foram).
Comecei a ler “Moda também é texto” como forma de preparação para a quarta aula da disciplina Marketing (que leciono para o curso de Design de Moda, da sétima fase, da Faculdade Metropolitana de Rio do Sul - Famesul). Já tinha recorrido a alguns capítulos de “Imagem também se lê” para preparar essa aula. Agora que li os dois livros tenho certeza que continuarei voltando aos capítulos do irmão mais novo, assim como faço até hoje com o irmão mais velho quando quero relembrar os estudos sobre leitura de imagens.

domingo, 8 de novembro de 2009

"Imagem também se lê"



Para quem ainda não leu, recomendo o livro "Imagem também se lê" (Editora Rosari) de Sandra Ramalho. Li o livro em 2006, e desde lá recorro regularmente as seus capítulos para relembrar e reforçar os ecritos da autora. O livro me ensionou a "enchergar o mundo de uma outra maneira" (uso essa frase clichê para dizer uma verdade).

Reproduzo, abaixo, o email que escrevi a professora Dra. Sandra Ramalho, no dia 02 de julho de 2006, que me rendeu um autógrafo:

Olá professora. Escrevo porque hoje li "Imagem também se lê". Tenho que contar, entretanto, a história completa. Posso parecer cansativo. Assumo esse risco. Então, conterei tudo.
Na sexta-feira, fim da manhã, minha mãe me pegou na Lagoa para irmos juntos ao aeroporto buscar meu pai, que chegaria de Porto Alegre, por isso não pode estar no meu TCC. Ao descer o morro da lagoa disse a minha mãe que queria "fazer xixi" e não agüentaria até o aeroporto. Solução: paramos no Ceart, a caminho, para que eu pudesse ir ao banheiro. Saí do banheiro e, rapidamente, parei na feira de livro montada no hall central do bloco amarelo. Interessei-me pelo livro da Bachelard, "A Poética do Espaço", que já li há três anos, mas não o tenho e gostaria de reler. Quando o levantei para ver o preço, logo, me deparei com a "imagem" do "Imagem também se lê". Até então não sabia que ele estava por ali. Larguei Bachelard. Peguei o exemplar da Rosari e comprei. Ainda perguntei ao responsável pela feira se não teria desconto por ser estudante, mas ele me disse que esse era o preço "seco", sem lucros.
Bom. Ano de copa. Sexta e sábado ocupados, pelos jogos. Sábado: a decepção brasileira. Ao acordar no domingo, enfim, pensei: o que fazer num domingo em que não se acorda tarde porque não se comemorou pela madrugada a tão óbvia passagem do Brasil às semi-finais? Confesso que desde que terminei o TCC mantive certa distância de livros relacionados a design. Precisava respirar um pouco. Assim, o último que estava lendo era a biografia de Carla Camuratti, "Luz Natural", da minha segunda paixão, o cinema. A primeira é o design.
Hoje, contudo, deixei Camuratti de lado, para ser mais exato pela metade, e li Sandra Ramalho e Oliveira. Se minha modesta opinião tem alguma validade, de antemão já antecipo que adorei. Mas antes de falar do conteúdo falarei do livro enquanto objeto. Para mim, um quase bacharel em design, o acabamento do livro em lombada quadrada, em que as páginas são unidas por uma elegante gaze composta por fios azuis e brancos entrelaçados, coberta por capa dura azul reforçada por mais duas folhas coladas da mesma cor, no início e no fim, carrega consigo toda a riqueza do processo artesanal. Valoriza o fazer manual e garante a qualidade do produto bem acabado, único, exclusivo. Além disso, a estampagem da marca da editora impressa em baixo relevo, na cor branca, dá uma dose de charme ao artefato. Como se não bastasse há o acréscimo de mais uma capa, removível, com acabamento superficial brilhoso, trazendo modernidade e requinte à peça gráfica.
Ainda falando de design (design gráfico, alertando que minha quase formação é em design industrial), o layout do livro me parece ergonomicamente agradável. Gosto dos elementos principais grifados, e principalmente, aprecio as mudanças constantes da posição do texto escrito, ora do início para o fim da página, ora em outras posições. Esse layout proporciona maior dinâmica de leitura, tornando assim o ato de ler mais prazeroso.
Vamos ao conteúdo. Devo dizer que, logo de início, a leitura nos conquista. A história das letras douradas que sumiram da tese de doutorado deixa nós, leitores, muito próximos da autora, e desta forma, cativados. Permanecemos concentrados até o fim do livro. Sobretudo para mim, que também consultei sua tese e também percebi o detalhe das letras apagadas. Inclusive comentei com colega que me acompanhava que deveria se tratar de uma tese muito consultada. Quando vi que o segundo exemplar estava num estado ainda mais crítico, feito São Tomé, tive que perguntar a bolsista da biblioteca, que me confirmou que se trava de fonte excessivamente procurada.
Assim, li o livro de uma só vez, parando apenas para almoçar, e gostei muito. Na qualidade de estudante de design, asseguro que se trata de um livro fundamental. Acho que a linguagem está bem acessível, o texto está muito bem escrito, nos prende, e o conteúdo é extremante relevante.
Terminada a leitura tive a mesma reação de quando li autores de outras áreas e fiz o mesmo questionamento: Por que cargas d´água nós estudantes de design procuramos apenas livros específicos de design? E ainda tive outras: Por que cargas d'água nós estudantes de design temos tanto preconceito com a publicidade? Por que cargas d'água nós estudantes de design não nos juntamos com os estudantes de artes, moda e música? Enfim, ainda temos muito a aprender.
Mas a leitura também me trouxe coisas boas. Sua maior virtude, para mim, foi a possibilidade de olhar (ver) as coisas de uma nova maneira. E como já dizia o velho designer Enzo Mari: "design é uma nova maneira de olhar o mundo".

Quero agora um autógrafo. Pois escrevo como fã. E a professora como escritora deve aturar os caprichos de cada fã. Principalmente do chatos, como eu.

Obrigado,
Marco Ogê.

sábado, 16 de maio de 2009

Sandra Ramalho e Oliveira


Hoje dedico uma sessão especial a professora Dra. Sandra Regina Ramalho e Oliveira. Em 2006, ela participou da minha banca de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), "Estudo da Conformação Comunicativa dos Produto", e me incentivou a seguir para o Mestrado e ingressar na carreira acadêmica. "Tu tens o perfil", dizia ela. Agradeço até hoje por esse conselho.
Sandra Ramalho é Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/PUCSP (1998 e Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS (1986). Fez pós-doutoramento na França na área de Semiótica Visual, sob a direção de Andrea Semprini (2002). Atualmente é pesquisadora e professora de Ensino Superior da Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC, atuando na graduação em Artes Visuais e em Design e no Programa de Mestrado em Artes Visuais como professora e orientadora. É Líder do Grupo de Pesquisa Arte e Educação do CNPq e membro da InSEA (International Society of Education through Art), ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte), AICA (Association Internationale de Critiques d'Art) e ISVS (International Association of Visual Semiotics), do CRICC (Centre de Recherche Images, Cultures et Cognitions) da Université Paris 1- Panthéon-Sorbonne, do Conselho Consultivo do Museu de Arte de Santa Catarina, da Comissão Municipal de Arte Pública de Florianópolis e do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina. Pesquisa nas áreas de Semiótica Visual, Ensino de Arte e Teoria e Crítica da Arte. Entre diversas publicações é autora dos livros "Imagem também se lê", "Moda também é texto" e organizadora, com Sandra Makowiecky, de "Ensaios em torno da Arte". Foi Diretora Geral do Centro de Artes da UDESC (1999-2001), Pró-Reitora de Ensino de Graduação (1990-1994) e Pró-Reitora de Extensão, Cultura e Comunidade da mesma Universidade (2003). Foi presidente da ANPAP/Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (gestão 2007-2008).
Como se não bastasse, ela fez Post-doc na Université Des Sciences Et Technologies de Lille, além de ser: 1 - Ex-Presidente da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas/ANPAP (Gestão 2007-2008)2 - Membro da Association International de Critiques d'Arte - AICA3 - Membro da ABCA, Associação Brasileira de Críticos de Arte 4 - Membro da Associação Internacional de Semiótica Visual5 - Consultoria para Editora da UFSM6 - Membro Instituidor da Fundação Jerônimo Coelho, mantenedora da TV Cultura de Florianópolis7 - Membro Institudor do Instituto Carl Hoepcke8 - Membro da International Association of Education through Art/InSEA.
Segue abaixo, para divulgação, o e-mail que recebi da professora:
A Fundação Cultural Badesc lança no dia 20 de maio, às 18h30, os livros “Uma História da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas” e “O Estado da Arte da Pesquisa em Artes Plásticas no Brasil”, ambos publicados pela editora da Udesc e organizados pelas professoras Sandra Regina Ramalho e Oliveira e Sandra Makowiecky, do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Udesc. O primeiro livro é uma coletânea de textos que registra a construção da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas, a ANPAP, desde a sua fundação na década de 1980 até 2008, incluindo a atuação de todos os ex-presidentes. O livro é uma das formas de comemorar o aniversário de 20 anos, contando um pouco da história das pessoas que destinaram seu empenho e seu tempo para a criação e a consolidação da ANPAP, entidade que é pilar fundamental na construção da excelência da pesquisa em arte no Brasil. A segunda obra também é uma coletânea de textos, mas com os resultados das análises das produções acadêmicas dos pesquisadores filiados à Anpap nos últimos 10 anos. São cinco textos críticos escritos por seis estudiosas de arte que, na opinião das organizadoras da obra, tem estilos distintos e abordagens diferentes, que conferem “ritmo e movimento ao livro, em seu todo”. Segundo Sandra Makowiecky e Sandra Ramalho, cada autora mostra uma autocrítica de sua subárea, algumas vezes, deixando a reflexão a cargo do ouvinte, agora leitor; outras vezes, apresentando uma crítica contundente mesmo; ou ainda, em alguns momentos, usando a estratégia da ironia para a autocrítica. O livro contém ainda análises da demanda por financiamento na área de artes no CNPq e na CAPES. Os livros “Uma História da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas”, organizado por Sandra Regina Ramalho e Oliveira e Sandra Makowiecky, editora da Udesc, 144 páginas, R$ 20,00. “O Estado da Arte da Pesquisa em Artes Plásticas no Brasil”, organizado por Sandra Regina Ramalho e Oliveira e Sandra Makowiecky, editora da Udesc, 79 páginas, R$ 20,00.
Sandra Ramalho
Sandra Makowiecky
Fundação Cultural BadescRua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis
(48) 3224-8846
Lena Peixer
diretora de artes e eventos
Jeferson Lima
assessoria de imprensa