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quinta-feira, 1 de março de 2012

Tributo à Anamaria de Moraes


Reflexões contemporâneas de Design: pela visão de doutores e um curioso

Volume 2: bate-papo com Anamaria de Moraes

Produzido por Marco Ogê Muniz



A Ogê Design está homenageando Anamaria de Moraes. Acima está uma foto com o professor Júlio Van Der Linden, Anamaria de Moraes e eu no P&D Design 2010.

 
O Volume 2: bate-papo com Anamaria de Moraes foi gravado em Dezembro de 2011.Anamaria faleceu no dia 16 de fevereiro de 2012. Eu havia prometido que apresentaria o material completo para ela, mas infelizmente não tive tempo para isso.
 
Contudo, para homenagear Anamaria de Moraes, o segundo volume da coleção está sendo disponibilizado gratuitamente.
 
A Ogê Design acredita que Anamaria permanecerá junto a nós através dos ensinamento que deixou conosco.
 
Os materiais bônus da coleção Reflexões Contemporâneas de Design: pela visão de doutores e um curioso. Volume 2: bate-papo com Anamaria de Moraes estão sendo disponilizados no link:

http://www.ogedesign.com.br/reflexoes-volume2.php
 
Bom proveito!
 
Marco Ogê,
29 de fevereiro de 2012.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Herman Miller mais acessível





Boa notícia para quem suspira pelas cadeiras de trabalho mais ajustáveis, ergonômicas, resistentes e bonitas do mercado. Acaba de ser lançada no Brasil a Sayl Chair, assento mais acessível da família Herman Miller.

A peça foi desenhada por Yves Béhar, um dos expoentes mundiais da jovem geração de designers, depois de mais de mil desenhos, além de 70 protótipos para chegar ao resultado final. “Tudo foi reexaminado”, relatou Béhar, “desde a construção do encosto aos botões menores".

O ponto de partida foi a engenharia das pontes suspensas, como a Golden Gate, de São Francisco. Na Sayl, o encosto tem suspensão sem armação, além de não possuir extremidades rígidas.

Duas invenções tornam esse apoio no encosto possível: a base do assento ArcSpan™ fixa o material de suspensão na parte de baixo do encosto da cadeira; e a estrutura Y-Tower™ no topo da cadeira suspende o material do encosto.

O trabalho de criação da cadeira Sayl atingiu um avanço na tecnologia de assentos. A tensão é maior nas áreas de transição, que vai a partir do tórax até a região lombar e o osso sacro. Ao mesmo tempo, menos tensão em outras partes da cadeira em que se apoiam as costas permite maior movimentação do usuário.

A semelhança com uma vela de embarcação originou o nome Sayl. O "i" da palavra inglesa “sail” (navegar) foi substituído pelo "y" em homenagem à estrutura de mesmo formato.

O design da cadeira segue o amplo protocolo de sustentabilidade da Herman Miller. A utilização da torre de suspensão para suportar a borda emoldurada diminuiu o uso de peças e materiais tornando o produto mais acessível, além de reduzir as emissões de carbono.

Outra medida adotada é a fabricação do produto em três continentes. O transporte é feito em caixas pequenas, gerando assim menos resíduos. A Sayl não utiliza PVC em sua fabricação e é 76 por cento reciclável.

As cadeiras estão disponíveis em cinco modelos com diferentes acabamentos de estofado e encosto. A cadeira Sayl é comercializada pela Atec, com lojas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Mais informações: www.atecnet.com.br/

Publicado por Agitprop

domingo, 6 de dezembro de 2009

Jantar Ciped 2009


Lucy Niemeyer, Marco Ogê, Anamaria de Moraes e João Lutz, no jantar do Ciped 2009, em Bauru.

Lucy Niemeyer concluiu o doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2002. É Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense (1995). Fez o curso de graduação em Design na Escola Superior de Desenho Industrial, ESDI/UERJ. É Professor Adjunto do Departamento de Projeto de Produto da ESDI/UERJ, Professor Adjunto da PUC-Rio. Atualmente é Coordenador Adjunto do Programa de Pós-graduação em Design da UERJ. Possui 3 livros publicados, cada um com várias edições. Publicou artigos em periódicos especializados e trabalhos em anais de eventos. Participou de eventos no exterior e no Brasil. Orientou trabalhos de conclusão de curso de graduação e de pós-graduação na área de Design. Recebeu prêmios e homenagens. Coordena projeto de pesquisa e é líder de Grupo de Pesquisa Design, Interação e Tecnologia, cadastrado no CNPq. Sua linha de pesquisa é Design, Teoria e Crítica, segundo os temas Desenvolvimento de Projetos de Design, Semiótica, Comunicação e Cultura. Em suas atividades profissionais interagiu com colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Em seu currículo Lattes(http://lattes.cnpq.br/9230527583400338) os termos mais freqüentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Comunicação, Semiótica, Significação, Design, Design Gráfico, Projeto de Produto, Design de Interiores e Design Editorial.

Anamaria possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1965), graduação em Desenho Industrial pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1980), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983) e doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992). Atualmente é professora titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Ergonomia, com ênfase em Ergodesign e Usabilidade, atuando principalmente nos seguintes temas: ergonomia do produto, ergonomia informacional, interação humano-computador, transporte e ergonomia ambiental.

João Lutz é graduado em Desenho Industrial pela ESDI-Escola Superior de Desenho Industrial (1981), com mestrado (1991) e doutorado (2003) em Engenharia de Produção na área de Inovação Tecnológica pela COPPE/UFRJ e especialização em Docência para o Ensino Fundamental e Médio pela Universidade Candido Mendes (2006). Professor da Escola de Engenharia da UFF-Universidade Federal Fluminense, presidente da ANPED-Associação Nacional de Pesquisa em Design e coordenador da Sala Verde Sertões da Bocaina (em parceria com o Ministério do Meio Ambiente). Tem experiência na área de Engenharia de Produção, com ênfase em Gerência de Projetos, atuando em projetos e pesquisas nas áreas de design ecológico, educação ambiental e inovação social. Entre esses projetos destacam-se o projeto Arte Tropeira desenvolvido na Sala Verde Sertões da Bocaina com apoio do Centro Cultural do BID e o Studio Satellite em parceria com a NOKIA.