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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mário Prata com camisa do Figueira


Ontem estive no lançamento do livro "Os Viúvos"do ilustríssimo escritor Mário Prata, no Iguatemi de Floripa. Na imagem Prata exibe a camisa histórica do Figueirense, do inesquecível título estadual de 1994 (conquista após 19 anos de jejum). O escritor falou sobre a cidade, sobre futebol e sobre a história do romance policial que, assim como o anterior "Sete de Paus", se passa em Florianópolis com o detetive Fioravanti.
O livro já está disponível para aquisição na Saraiva do Shooping Itguatemi, eu já tenho o meu. Atografado!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Toma


contunuação da postagem "Mário Prata".


Eu fui! Chegando a mesa onde estavam Mário Prata e Mirian já fui logo falando: “Cara, estou lendo ‘Sete de Paus’”. Mário estendeu a mão direita, me disse Boa Noite. Apertei a mão dele, disse boa noite também. Miriam sorriu para Mário, como quem diz “pode confiar que ele é um bom garoto”. Nisso Rafa se aproxima, aperta a mão de Mário Prata e diz: “é um prazer conhecer o senhor”. No mesmo momento Prata responde: “Senhor o caralho! Ao lado de uma mulher linda como essa (a Miriam) você vem me chamar de senhor. Tá de sacanagem?”. Todos caem na gargalhada.
Mário olha para mim e diz: “E aí, tá gostando do livro?” Mas quando eu tento responder, o Rafa me atravessa e fala: “Eu já li o livro todo, ele só começou (apontando pra mim). Muito bom!”. Como eu não queria deixar barato na frente do Mário Prata, retruquei: “Na verdade EU comprei o livro, porque EU queria ler. Mas como estou na minha pesquisa de campo da dissertação, meu irmão tomou o livro de mim e leu antes”.
Rafa pergunta: “Mário Prata, se eu for lá em casa buscar uns livros. Tu autografas?”. Mário responde: “Depende. Onde fica a sua casa? É longe?”. Eu falo: “Não, fica aqui pertinho. A quatro quarteirões.” A Miriam diz: “Vai lá Rafa, o Mário espera”.
Rafa vai buscar os livros. A Miriam tinha garantido que o Mário esperaria, mesmo assim eu fiquei de plantão. Na mesa do Mário. Conversando com ele. Para garantir as assinaturas.
A garrafa de vinho estava na metade, os autógrafos estavam garantidos!
Enquanto o Rafa não chegava, falamos de futebol, livros e cinema. Descobri que apesar de escrever livro sobre o Palmeiras, Mário Prata não é palmeirense. Mário Prata acompanha o futebol catarinense. Vai ao campo. Apóia tanto o Figueira quanto o Avaí.
Como bom alvinegro, puxei a sardinha para o Figueirense. O time estava numa má fase, mas já embalou novamente, viu Mário!
O Rafa voltou com os livros. Mário Prata autografa como a frase: “Toma, válido por quatro quarteirões!”


sexta-feira, 12 de junho de 2009

Mário Prata




Ontei fui tomar café com meu irmão, Rafael, no Armazém (ou na Mirian, como sempre falamos) do Open Shopping de Jurerê Internacional. Nos dirigimos a parte interna do estabelecimento, já que fazia frio. No momento em que nos sentamos, senti que meu irmão estava tenso, nervoso, ele sussurrou algo que eu não consegui compreender: "é o mrrrsrsrsrsr". Eu respondi: "O quê?" Ele repetiu: "É o Mário Prata?". Estávamos em frente ao balcão (meu rosto dava de cara com ele), que divide o Armazém em duas partes: um espaço em forma de "L" a minha direita, onde fica a banda e as mesas; e um espaço retangular a minha esquerda, onde fica o buffet e mais algumas mesas. Veio a garçonete, nos entregou os cardápios e pedimos dois cafés com leite. Olhei, lentamente, para a direita: para a banda, para as mesas com algumas pessoas, vi a Mirian (proprietária do Armazém), que me cumprimentou; olhei para o balcão e dei uma acenada para a Manu (filha da Mirian). Meu irmão disse: "Então, é ele?", "Aonde?", respondi. Ele disse: "Ali!", e virou os olhos para minha esquerda. Finalmente, virei para a esquerda e dei de cara com Mário Prata tomando uma garrafa de vinho. Olhei rapidamente, virei para meu irmão, e disse: "É ele!".


Os cafés chegaram e enquanto tomávamos ficamos discutindo sobre quem tomaria a iniciativa de tentar "puxar um papo" com o ilustre escritor. "Tu vais", "Vais tu", "Vai tu", "Vai toma no..." Rafael, inclusive confessou que estava disposto a buscar o livro "Sete de Paus", que estava em nossa casa. Neste momento Miriam veio a nossa mesa, nos deu beijinhos e sentou para conversar. Perguntou se eu tinha escapado do escritório (sempre vou até a Miriam com o pessoal da Paradesign), eu disse que feriado era feriado. Mirian estava com saudades do pessoal, do Célio, do Ricardo e do Jair (este último cliente da paradesign, morador sazonal de jurerê, que sempre nos acompanha nos buffets de sopa na Mirian).


Depois, Mirian foi até a mesa de Mário Prata. Enquanto isso, meu irmão insistia que eu deveria "puxar o papo" com o Mário Prata e, então, ele entraria de fininho na conversa. Quando senti que a responsabilidade de falar com o escritor era minha, constatei que precisava de mais uma xícara de café. Pedi, o Rafael também. Tomamos. Olhei para o Rafa e perguntei: "queres mais um café?", ele disse que não. Falei: "então eu vou lá falar com ele."...

...A história continua...só preciso de tempo para escrever...